Lidiana Reis é coordenadora do Mercado SAPI e idealizadora do Prêmio CORA. Roteirista e produtora sediada no centro do Brasil, produziu cinco longas-metragens exibidos em festivais como Guadalajara, Berlim e Gramado. Entre eles, ‘Oeste Outra Vez’, vencedor do Kikito de Melhor Filme no Festival de Gramado, em 2024. Atua como consultora de projetos audiovisuais em desenvolvimento e é idealizadora de iniciativas de formação audiovisual para crianças e adolescentes, como o Cine Arandu. Sócia da Sol a Pino Filmes, desenvolve narrativas centradas na mulher, incluindo seu primeiro longa documental ‘Piedade para esta terra que me sonega o amor’ e ‘Solina’, escrito e dirigido por Larissa Fernandes.
Clemilson Farias é produtor, formado em Produção pela Escola Internacional de Cinema e Televisão de Cuba (EICTV). De 2014 a 2017, trabalhou como produtor executivo do Escritório Regional Norte da Linha de Produção de Conteúdos Destinados às TVs Públicas (PRODAV 08 BRDE/FSA/ANCINE). Atualmente, é sócio-diretor da Leão do Norte Produções Audiovisuais, um dos coordenadores do Matapi – Mercado Audiovisual das Amazônias e da plataforma Tela Amazônia.
Tiago de Aragão é diretor, roteirista e pesquisador. Formado em Antropologia Social, é afeito a um cinema artesanal e entusiasta de modos de produção alternativos. Dirigiu os curta-metragens Da Maior Importância (2011), Curió (2014), Entre Parentes(2018) e Luta Pela Terra (2022). Seus últimos filmes circularam por festivais nacionais e internacionais. Em 2023, estreou o seu primeiro longa-metragem, A Câmara, no Festival Doclisboa. Atualmente se dedica ao longa-metragem Missão Pankararu, em codireção com Camilla Shinoda.
Giulia Medeiros é cineasta, produtora e pesquisadora brasileira de Cuiabá, Mato Grosso, com formação em Produção Audiovisual (EICTV – Cuba), Ciências Sociais e Mestrado em Estudos de Cultura Contemporânea (UFMT). Seus curtas foram exibidos em festivais como LEFFEST, FIFAC, DocsMX e VLAFF. Atualmente, desenvolve seu primeiro longa documental, premiado no BAM (Colômbia), Nuevas Miradas (Cuba) e MAUALLAB (Cuiabá-Brasil). Fundadora da LA Fuente, dedica-se a fortalecer uma rede independente de cinema na América Latina.
Suéllen Batista é bacharel em arquivologia pela Universidade de Brasília (2021) e técnica em audiovisual pelo Instituto Federal de Brasília (2022). É realizadora audiovisual desde 2017. Escreveu e dirigiu o curta-metragem Eu Era O Lobisomem da Cei (2022), premiado nos festivais Cine de Expressão (destaque em roteiro, destaque em direção e melhor produção), 16° Festival Taguatinga de cinema (prêmio do júri popular e menção honrosa do festival) e na 5a Mostra Competitiva de Cinema Negro Adélia Sampaio (prêmio do júri popular). Produziu os curta-metragens Amor de Ori (2017), de direção de Bruna Barros, Vulnerabilia (2022) direção de Vênus Cyclone e Luiz Macedo, premiado no 3° Festival Recanto do Cinema (menção honrosa). Foi instrutora na Oficina de Roteiro e Direção do projeto Cine de Expressão do programa Jovem de Expressão na Ceilândia.
Victor Hugo Leite (vhfro) é produtor cultural, ator, professor de arte na SEEDF e doutorando em Artes Cênicas na Universidade de Brasília. Atua com produções culturais há 10 anos. É diretor geral do nacional ODU Festival de Arte Negra, desde de 2018, com atuação na gestão e produção em 2 edições do festival multiartístico, 2 mostras de teatro, 1 mostra de circo. Foi diretor geral do Festival Internacional de Audiovisual Negro Kilombinho em 2022. No audiovisual, também foi produtor de elenco do aclamado longa metragem “Um dia com Jerusa” dir. Viviane Ferreira e estrelado por Léa Garcia; foi produtor local de vídeo aulas da nacional Associação de Profissionais do Audiovisual Negro (APAN); foi produtor local e de objetos do Doc.Afrolatinas dir. Viviane Ferreira com estreia em 2024. Foi produtor local do vídeo “Terra” dirigido por Juliana Vicente para a Bienal de Arquitetura de Veneza em 2023. Produziu a oficina e o projeto Pretes em Cena por 2 anos. Recentemente, recebeu o prêmio FAC Brasília 60 na categoria Teatro.
Redes Sociais: @vhfro @odufestivaldeartenegra
Fistaile é distribuição, curadoria e desenho de audiência. Fundada em 2021, por Talita Arruda e Marina Tarabay, a empresa promove lançamentos, consultorias e trabalhos de formação, com foco em estratégias de audiência e marketing. Investimos em formas de atuação não excludentes, priorizando trabalhar projetos desde o desenvolvimento e estratégias de circulação criativas e inovadoras. Na Fistaile nenhum projeto é igual ao outro, mas algo sempre fica de referência para o próximo!
A Descoloniza Filmes é uma distribuidora e produtora paulistana fundada por Ibirá Machado em 2017 com um propósito curatorial explícito em seu próprio nome. Lançou comercialmente seu primeiro filme em 2018 e desde então levou aos cinemas mais de 30 longas-metragens. A Descoloniza tem o compromisso de ser muito mais do que uma distribuidora, mas um ponto de encontro para discussões, com temáticas que contribuam com a reconstrução de uma nova sociedade, uma nova forma de pensar.
A Cajuína Audiovisual surge na intenção de contribuir com a diversidade na distribuição do audiovisual brasileiro, tornando-o mais representativo das pluralidades existentes no país. Estabelecida em Salvador, Bahia, nossa missão é impulsionar a circulação de conteúdos independentes através de estratégias de mobilização e impacto. Fundada em 2023, a distribuidora já possui um catálogo com mais de uma dezena de filmes, entre eles “Saudade fez morada aqui dentro”, “Parque de Diversões” e “Samuel e a Luz”. Siga: https://www.instagram.com/cajuinaaudiovisual/
A Olhar Filmes nasceu do desejo de explorar a diversidade de experiências e visões de mundo, destacando a riqueza cultural do nosso contexto. Cada filme é um universo único, cheio de cores, texturas, sorrisos e dilemas. Nosso objetivo é respeitar essas singularidades e romper as fronteiras entre os mundos ficcionais e reais, levando essas histórias a novos públicos, para sensibilizar e provocar reflexão.A Descoloniza Filmes é uma distribuidora e produtora paulistana fundada por Ibirá Machado em 2017 com um propósito curatorial explícito em seu próprio nome. Lançou comercialmente seu primeiro filme em 2018 e desde então levou aos cinemas mais de 30 longas-metragens. A Descoloniza tem o compromisso de ser muito mais do que uma distribuidora, mas um ponto de encontro para discussões, com temáticas que contribuam com a reconstrução de uma nova sociedade, uma nova forma de pensar.
A 34 FILMES é uma produtora audiovisual, com atuação no mercado desde 2002.Foi responsável pela produção de diversos longas, e no ano de 2025 se prepara para a produção de mais três projetos e para o lançamento de mais três longas.
Higor Gomes é roteirista, diretor e montador. Integra a Rede de Talentos do Projeto Paradiso. Seus filmes de curta-metragem Impermeável Pavio Curto (2018), Forrando a Vastidão (2021) e Ramal (2023), foram exibidos em mais de 100 festivais e mostras nacionais, ganhando diversos prêmios. Atualmente, desenvolve o roteiro de seu primeiro projeto de longa-metragem, Tempestade Ninja. Sócio-fundador da produtora de cinema Ponta de Anzol Filmes.
Anna Andrade é realizadora, produtora e distribuidora audiovisual, é fundadora da Tarrafa Produtora e Distribuidora e conselheira na APAN – Associação de Profissionais do Audiovisual Negro. Atua com o desenho e gestão de projetos, produção e produção executiva, curadoria, atividades de formação e distribuição de filmes.
Ulisses Arthur é formado em Cinema e Audiovisual pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) e possui uma diversa produção de curtas-metragens, entre eles: “CorpoStyleDanceMachine” (2017), “As Melhores Noites de Veroni” (2017) e “Ilhas de Calor” (2019) e “Cavaram uma Cova no Meu Coração” (2024). Em 2023 gravou seu primeiro longa-metragem “Não Estamos Sonhando”, projeto que integrou a Incubadora Paradiso 2020.
Rodrigo Díaz Díaz, 45 anos, tem mais de 20 anos de experiência no cinema, atuando em diversas funções, incluindo direção de curtas e séries premiadas. A partir de 2019, redireciona sua carreira para a produção de documentários e distribuição de impacto, sendo hoje diretor de distribuição da Taturana, onde lançou Black Rio! Black Power!, Incompatível com a Vida e Limiar. É co-fundador do Fórum Latino-Americano de Cinema e Impacto Social e membro da GIPA (Global Impact Producers Alliance).
Jorane Castro, roteirista e diretora, nasceu em Belém (Brasil). Em 2001, criou a Cabocla Filmes para desenvolver projetos audiovisuais que propõem um novo olhar sobre a Amazônia.
Formou-se em Cinema pela Universidade de Paris 8 (França) e estudou Roteiro e Direção de Elenco, na EICTV (Cuba). Doutora em Arte Contemporânea pela Universidade de Coimbra (Portugal) e Sorbonne Université (França). Atua como professora do Bacharelado de Cinema e Audiovisual, na Universidade Federal do Pará, desde 2009. Dirigiu mais de 20 filmes, entre documentários e ficções, todos ambientados na Amazônia brasileira.
Karla Martins é atriz, produtora audiovisual e contadora de histórias . Formada em Artes Cênicas, pos graduada no Instituto Superior de Arte, em Havana – Cuba. É produtora do Festival Internacional Pachamama – Cinema de Fronteira , em Rio Branco – Acre; Produtora do filme “Noites Alienigenas”; Coordenadora do MATAPI – Mercado Audiovisual das Amazônias em parceria com a produtora Leão do Norte e integra o Conselho da CONNE – Conexão Centro Oeste, Norte, Nordeste de Cinema. Realiza debates e seminários com o tema “Amazônia narrada na primeira pessoa”.
Paula Gomes e Haroldo Borges são parte do coletivo baiano Plano 3 Filmes, onde realizaram juntos mais de 15 projetos, entre os quais, se destacam os premiados “Jonas e o Circo sem Lona” e “Filho de Boi”, exibidos em festivais de mais de 30 países, e “Saudade fez Morada aqui Dentro”, grande vencedor do Festival de Cine de Mar del Plata. Após receber 24 prêmios em festivais internacionais, o filme foi lançado em salas de cinema do Brasil, e hoje pode ser visto em todo o mundo na plataforma Netflix. Haroldo e Paula também vem ministrando oficinas e consultorias em espaços formativos como NordesteLab, Dialab, Apan e Trilhas Salcine.
Raylson Chaves é conselheiro da Região Centro-Oeste da Associação dos Profissionais do Audiovisual Negro (APAN). Diretor Geral do “Campão Preto”, projeto de capacitação em audiovisual. Sócio da Cura Filmes – Distribuidora de filmes. Diretor, roteirista e produtor dos filmes: “Aldeinha – (re)existindo” (2018), “Mihe’aka Voxené: Simoné Veyopé Ûti” (2019) e “O Pantanal é Preto” (2022). Em 2021, foi Prod. Executivo de “A Margem é o Centro” e “Eu temo que não amanheça”. Em 2024, finalizou o curta de ficção “Águas”.
Karkará Tunga graduou-se em Cinema e Audiovisual na UFPE. É talento do Projeto Paradiso. Coordena grupos de roteiro no Marieta, onde desenvolveu “Suçuarana”, selecionado no Cena 15, Sesc Argumenta e na residência Desde la Raíz (Colômbia). Com “Batoki – Noite sem Lua” participou do Lab Empoderadas e foi finalista no Prêmio Cardume Cabíria. Idealizou e coordena o “Arupemba – Laboratório de Ficção Indígena”. Compôs o comitê de visionamento do 34º e 35º Festival Internacional de Curtas de São Paulo.
Pedro Krull é produtor e diretor de produção de mais de 20 filmes, entre longas e curtas. Seu trabalho foi exibido e premiado em diversos festivais nacionais e internacionais, incluindo Berlinale, Cartagena, Vienna Shorts, Mostra Tiradentes, InShadow Lisboa, Olhar de Cinema e CineCeará. Já participou de vários laboratórios do Brasil, como BrLab e CineMundi, além de laboratórios internacionais como MAFIZ em Málaga e CineLatino em Toulouse.
Jaime E. Manrique es fundador y director de LABORATORIOS BLACK VELVET (25 años), empresa de gestión cinematográfica integral. Fundador y director del Bogotá Short Film Festival / Festival de Cortos de Bogotá – BOGOSHORTS, y creador de sus estrategias de exhibición y distribución: Movimiento BOGOSHORTS y BOGOSHORTS Film Agency. Analista de cine en medios de comunicación y profesor en diferentes universidades en América Latina. Consultor en comunicaciones y distribución cinematográfica.
MAÍRA BRITO é roteirista e diretora, com mestrado sobre documentários brasileiros contemporâneos. Desde 2004, acumula experiência em projetos de não-ficção para TVs Públicas – com destaque para TV CÂMARA (Brasília, DF), na qual foi a primeira mulher negra a apresentar, roteirizar e dirigir programas e documentários, atuando em 12 projetos. Como produtora executiva e/ou coordenadora de produção na mesma emissora, esteve em mais nove produções. Desde 2020 já passou por salas e projetos em streaming (Netflix, Paramount+) e produtoras (Gullane Filmes) e vem atuando como parecerista da RIOFILME e curadora/júri técnico em mostras de cinema e festivais de roteiro. Integra a Rede Paradiso de Talentos, é também associada da APAN e da ABRA.
Sou Sarah Brites, indígena do povo Guarani Kaiowá. Nasci em 1991, na Reserva Indígena de Porto Lindo. Atualmente curso Ciências Humanas pela Licenciatura Indígena – Teko Arandu da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD). Atuei na direção das obras “Ava Marangatu” (2016) e “Ava Yvy Vera – A Terra do Povo do Raio” (2016) e “Ava Yvy Pyte Ygua” (2023).
Thiago Macêdo Correia (1984) é produtor e cofundador da Filmes de Plástico, que completou 15 anos com 26 filmes (19 curtas e 7 longas), selecionados nos mais importantes festivais do mundo e conquistando diversos prêmios. Entre os destaques estão O Dia Que Te Conheci e Marte Um, escolhido como representante do Brasil no 95º Oscar. Membro da Academia Brasileira de Cinema, ele continua a fortalecer o cinema nacional.